Home Data de criação : 09/11/27 Última atualização : 11/10/17 12:57 / 39 Artigos publicados

M. Jackson dançava muito e falava demais  (Acontecimentos) escrito em quarta 02 dezembro 2009 14:32

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Implante de CHIP - Vira tatuagem  (Curiosidades) escrito em quarta 02 dezembro 2009 12:23

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A difícil tarefa de diagnosticar doenças em bebês  (Saúde) escrito em terça 01 dezembro 2009 12:03

A chegada de um bebê é um motivo de grande alegria para os pais da criança. Depois de nove meses, aquele ser pequenino, tão aguardado, muda a vida e a rotina da família. Mas junto com toda a felicidade, vêm também muitas preocupações, pois bebês são extremamente frágeis e a saúde deles requer cuidados redobrados. Mas como saber se o nenê precisa de cuidados médicos? De acordo com Maria de Lourdes Francescon, radiologista e especialista em radiologia pediátrica do MedImagem Medicina Diagnóstica/DASA, é fundamental que no primeiro ano de vida do bebê, os pais o levem ao pediatra para avaliá-lo mensalmente. “A importância do acompanhamento mensal pelo pediatra é muito grande, pois ele vai verificar se o nenê está se desenvolvendo apropriadamente ao passar dos meses”, comenta. A médica explica que nos bebês os sintomas de algumas doenças são bem diferentes do que em indivíduos mais velhos. “Um nenê com infecção urinária, por exemplo, fica apático, para de comer, o que pode ser confundido com outra enfermidade. Um diagnóstico incorreto, neste caso, pode resultar em uma lesão grave, como insuficiência renal. Investigar os sintomas a fundo é essencial para que a saúde da criança não seja comprometida”, explica Maria de Lourdes. De acordo com a radiologista, os exames realizados nos bebês são os mesmos dos adultos, apenas a preparação das crianças que é diferente. “Quando um adulto precisa realizar um exame em jejum, geralmente ele fica cerca de 12 horas sem comer. Para um recém-nascido, o tempo de jejum é apenas de duas horas e para crianças um pouquinho maiores, esse tempo aumenta para três ou quatro horas”, revela. Maria de Lourdes explica ainda que exames de alta complexidade, como ressonâncias e tomografias são feitos nas mesmas máquinas que os adultos usam, mas que há um acompanhamento especial para as crianças. “Realizar esse tipo de exames em bebês e crianças é mais difícil, porque elas ficam assustadas, choram e se mexem bastante. É importante que o responsável pelo procedimento tenha bastante paciência e crie um ambiente tranquilo para que o exame seja realizado de forma eficiente”, diz. A radiologista alerta os pais para não medicarem seus filhos sem o prévio acompanhamento médico. “Qualquer sintoma que as crianças tiverem, mesmo que for uma simples febre, deve ser investigado por profissionais. Apesar dos pais atuais estarem bem mais esclarecidos em relação à saúde dos filhos, pois há muita informação disponível para pesquisa, principalmente na Internet, a orientação do pediatra deve ser sempre seguida, para evitar que um problema simples se torne algo difícil de ser curado”, conclui a médica.

Fonte: http://opiniaoenoticia.com.br/vida/saude/a-dificil-tarefa-de-diagnosticar-doencas-em-bebes/?ga=dtf

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UFOS VIDEOS  (Ufos Videos) escrito em segunda 30 novembro 2009 20:15

http://www.dailymotion.com/widget/jukebox?list[]=%2Famigoacarlos&list[]=%2Fplaylist%2Fx15qcd_amigoacarlos_ufos&skin=default

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Trabalhar demais 'aumenta risco de demência', diz estudo  (Saúde) escrito em sábado 28 novembro 2009 02:56

Uma pesquisa liderada por cientistas finlandeses sugere que excesso de trabalho pode aumentar o risco de declínio mental e, possivelmente, de demência. Demência é um termo genérico que descreve a deterioração de funções como memória, linguagem, orientação e julgamento. Existem vários tipos de demência, mas o mal de Alzheimer, com dois terços dos casos, é a forma mais comum. O estudo analisou 2.214 funcionários públicos britânicos de meia idade e descobriu que aqueles que trabalhavam mais de 55 horas por semana tinham menos habilidades mentais do que os que faziam o horário normal. A pesquisa, divulgada na publicação científica American Journal of Epidemiology, descobriu que os que trabalhavam demais tinham problemas com a memória de curto prazo e lembrança de palavras. Ainda não se sabe a razão de o excesso de trabalho causar estes efeitos no cérebro. Mas os pesquisadores afirmam que os fatores mais importantes podem incluir o aumento de problemas do sono, depressão, estilo de vida prejudicial à saúde e o aumento do risco de doenças cardiovasculares, possivelmente ligados ao estresse. "As desvantagens das horas extras devem ser levadas a sério", afirmou a pesquisadora que liderou a pesquisa Marianna Virtanen, do Instituto Finlandês de Saúde Ocupacional. Efeito cumulativo Os funcionários públicos que participaram do estudo fizeram cinco testes diferentes para avaliar a função mental, uma vez entre 1997 e 1999 e novamente entre 2002 e 2004. Os que faziam mais horas extras tiveram pontuações menores em dois dos cinco testes, que avaliavam raciocínio e vocabulário. Os efeitos eram cumulativos, quanto mais longa a semana de trabalho, piores eram os resultados nos testes. Os empregados que trabalhavam em excesso tinham menos horas de sono, relatavam mais sintomas de depressão e consumiam mais bebidas alcoólicas do que os que trabalhavam apenas no horário normal. O professor Mika Kivimäki, que também trabalhou na pesquisa afirmou que os cientistas vão continuar com o estudo. "É particularmente importante examinar se os efeitos são duradouros e se o excesso de trabalho pode levar a problemas mais graves como demência". Cary Cooper, especialista em estresse no local de trabalho na Universidade de Lancaster, Grã-Bretanha, afirmou que já se sabe há algum tempo que trabalhar em excesso de forma regular pode prejudicar a saúde em geral, e agora este estudo sugere que também pode haver danos ao funcionamento mental. "Isto deve enviar uma mensagem aos empregadores de que insistir que as pessoas trabalhem em excesso na verdade não é bom para os negócios", disse. "Mas a minha preocupação é que em uma recessão as pessoas trabalhem mais. (...) As pessoas irão para o trabalho mesmo se estiverem doentes, pois querem mostrar comprometimento e garantir que não sejam os próximos funcionários demitidos", acrescentou.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2009/07/090728_leite_infancia_dg.shtml

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